A economia tem o objetivo de criar condições para a vida e sua reprodução. Ao longo da história da humanidade, ela era parte importante da sociedade, mas sempre controlada pela política. Esta é a forma como a sociedade distribui o poder, organizam e constroem um projeto para o bem comum. Mas atualmente a economia se separou da sociedade e obedece a sua própria lógica: aumentar os lucros, diminuir os investimentos e encurtar os prazos. O mundo virou um grande mercado e tudo é colocado a venda: saúde, educação, cultura, órgãos humanos e até a religião.
O resultado mais desastroso desta mudança é reduzir o ser humano a um mero produtor e a um simples consumidor. Este projeto desumano e materialista empobrece a experiência de vida. E como disse um senhor da comunidade “esta pessoa é tão pobre que ela possui apenas dinheiro”. Bondade, generosidade, espírito de cooperação e cuidado para com as coisas estão totalmente ausentes nela.
E o motor desta lógica é a competição de forma feroz. Só o forte vence. O fraco não resiste, desiste, perde.
Mas esta lógica tem um limite: a natureza com seus recursos limitados. Mas esta não é respeitada e tem mostrado sua revolta: superaquecimento, diminuição da camada de ozônio, tufões, secas, inundações avassaladoras e nas relações humanas, a crescente violência nas relações sociais. Não se trata somente da construção da paz, mas também de nossa sobrevivência. O futuro da vida humana corre alto risco de ser destruído ou gravemente prejudicado.
Como é possível que a paz aconteça diante desta ameaça da vida na Terra e da humanidade?
Quando acontecer uma mudança radical dos conceitos e das práticas de produção e distribuição dos bens necessários à vida. Assim o essencial não será a acumulação sem limites dos bens e serviços. Será a produção do suficiente e do decente para todos. E a Terra não será vista como um baú de recursos naturais, mas a Grande Mãe da qual somos seus filhos e filhas.
O resultado mais desastroso desta mudança é reduzir o ser humano a um mero produtor e a um simples consumidor. Este projeto desumano e materialista empobrece a experiência de vida. E como disse um senhor da comunidade “esta pessoa é tão pobre que ela possui apenas dinheiro”. Bondade, generosidade, espírito de cooperação e cuidado para com as coisas estão totalmente ausentes nela.
E o motor desta lógica é a competição de forma feroz. Só o forte vence. O fraco não resiste, desiste, perde.
Mas esta lógica tem um limite: a natureza com seus recursos limitados. Mas esta não é respeitada e tem mostrado sua revolta: superaquecimento, diminuição da camada de ozônio, tufões, secas, inundações avassaladoras e nas relações humanas, a crescente violência nas relações sociais. Não se trata somente da construção da paz, mas também de nossa sobrevivência. O futuro da vida humana corre alto risco de ser destruído ou gravemente prejudicado.
Como é possível que a paz aconteça diante desta ameaça da vida na Terra e da humanidade?
Quando acontecer uma mudança radical dos conceitos e das práticas de produção e distribuição dos bens necessários à vida. Assim o essencial não será a acumulação sem limites dos bens e serviços. Será a produção do suficiente e do decente para todos. E a Terra não será vista como um baú de recursos naturais, mas a Grande Mãe da qual somos seus filhos e filhas.

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