Igrejas evangélicas históricas emitem declaração sobre o momento eleitoral

Neste momento em que se aproxima mais um pleito eleitoral no país, as igrejas evangélicas históricas do Brasil emitiram um pronunciamento conjunto. O documento apresenta orientações e considerações a respeito do cenário político, como o fato de que “ninguém deve receber voto simplesmente por expressar a fé evangélica; antes deve-se recordar que a ‘fé, se não tiver obras, por si só estará morta’ (Tg 2.1)”.

Tal posicionamento é definido no texto como o papel dos membros das igrejas no exercício pleno da cidadania, bem como o comprometimento com o Estado democrático de direito e o seu reconhecimento e apoio às instituições democráticas.

O povo de Deus é convidado a participar da escolha das futuras lideranças, com oração e reflexão, a fim de alcançar o bem comum de todos os brasileiros e brasileiras.


Fonte: CONIC.

Estudo na AMUS

O último sábado de cada mês, desde maio de 2014, o CEBI-ES teve encontro marcado na Associação da Mulheres da Serra - AMUS.

Nesse ano estamos refletindo sobre "A presença das Deusas na Bíblia". No dia 27/09 aconteceu o último estudo deste ano. As mulheres também se reuniram para eleger a nova diretoria para o próximo triênio, bem como escolheram o tema a ser estudado em 2015: "Maria Madalena a Discípula amada". 

O CEBI-ES enviou Ivonete, Neli e Suely para ajudarem na reflexão.

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Reza na casa de Raquel e Penha

Celebrar o sagrado que está em nós e nas pessoas e coisas que nos rodeiam... 
Transmitir o bem-querer com o olhar, se permitir a lembrar dos tempos de criança... 
Tudo isso é sagrado se é feito e olhado com amor. 
Agradecemos pelo carinho e aconchego da Raquel, Penha e seus familiares e amigos. E a todos e todas pela presença.

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Até o próximo na casa de Joana!

Mateus 21,33-43: A vinha é boa... Os chefes é que são ruins - Pe. Luis Sartorel

Muitas comparações foram feitas para falar das atitudes e da história do povo de Israel e da sua relação amorosa (mas cheia de tempestades) com o seu Deus. A alegoria da vinha que encontramos no profeta Isaías (Is 5,1-7) era entre as mais conhecidas pelo povo. A vinha é Israel, cheia de ingratidão porque não produz os esperados frutos de justiça, e sim violência e opressão, apesar de todos os cuidados que Deus tem para com ela. Esta alegoria aparece de novo no cap. 21 do evangelho de Mateus. Em Mateus, para compreender melhor o desenvolver do drama, podemos notar a sequência das narrativas no capítulo 21: Jesus entra em Jerusalém (Mateus 21,1-17) e vai logo ao templo para expulsar os vendedores, entrando em conflito direto com os chefes do povo. Em continuidade, vem outra metáfora do povo e suas instituições, o episódio da figueira estéril (Mateus 21,18-22). Depois, segue a parábola dos dois filhos e o debate de Jesus com as autoridades sobre o batismo de João (Mateus 21,23-27), para, enfim, chegar ao texto deste domingo, onde Jesus retoma a imagem da vinha. É, portanto, um capítulo onde os conflitos vão se aguçando fortemente, tornando Jesus cada vez mais incômodo para as autoridades.

A história poderia ser diferente

Jesus retoma esta alegoria, mas mudando o acento: ele não acusa a vinha de não produzir uva, como o texto de Isaías, e sim os agricultores, os responsáveis pela produção. São os arrendatários que desviam o fruto da videira e sonegam o pagamento ao patrão. Mas aqui é bom fazer uma distinção e, para entender melhor, vou contar uma história.

Capitalismo versus Clima: é possível conciliá-los?

Na semana que antecedeu a massiva manifestação contra a inação dos governos quanto ao aquecimento global e a reunião na ONU sobre mudança climática, ambos em Nova Iorque, foi publicado o livro da ativista Naomi Klein – renomada mundialmente pela luta contra as mudanças climáticas no mundo -, chamado This Changes Everything: Capitalism vs. Climate (Isso Muda Tudo: Capitalismo vs. Clima).

Nesse novo livro, a “verdade inconveniente” – como diria o ex-vice presidente dos EUA Al Gore – sobre o aquecimento global é que a questão não é apenas sobre fixação do preço internacional para as emissões de dióxido de carbono, e sim sobre o capitalismo. Como se os interesses de nosso modelo econômico atual não condissessem com a natureza da Terra. “Se nós não mudarmos radicalmente o curso do clima, [ele] ficará ainda mais quente e as coisas ficarão ainda mais brutais”, sentencia Klein.

Cerca de 1.500 pessoas caminham pelo fim da intolerância religiosa no Rio

A Avenida Atlântica, em Copacabana, foi tomada por dezenas de cores e credos na tarde deste domingo, durante a Sétima Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa. Mesmo debaixo de chuva, cerca de 1.500 pessoas, segundo policiais militares, participaram do evento, entre candomblecistas, umbandistas, espíritas, judeus, católicos, muçulmanos, evangélicos e outros. Nos discursos, o tom era de cobrança por mais rigor no combate à intolerância religiosa que tem se manifestado na forma de ofensas e ataques a templos em todo o país, em especial aqueles que abrigam religiões de matriz africana.

A notícia mais comemorada foi dada pelo Regional do CONIC no Rio (CONIC-Rio), que prometeu agir na reconstrução de terreiros destruídos no estado em função de ataques.

- Precisamos ter um contratestemunho direcionado a uma ação tão poderosa quanto essa destruição. Queremos mostrar que essas atitudes, que são dadas como um comportamento cristão, não nos representa - disse a presidente do CONIC-Rio, Lusmarina Campos Garcia. - Fui pastora da Igreja Luterana em Genebra por nove anos e estou disposta a articular um apoio internacional.

Discutir o aborto por amor à vida - Leonardo Boff

Custa-me crer que haja pessoas que defendam o aborto pelo aborto. Ele implica eliminar uma vida ou interferir num processo vital que culmina com a emergência da vida humana. Eu pessoalmente sou contra o aborto pois amo a vida em cada uma de suas fases e em todas as suas formas.

Mas esta afirmação não me torna cego para uma realidade macabra que não pode ser ignorada e que desafia o bom senso e os poderes públicos. Por ano fazem-se no Brasil cerca de 800 mil abortos clandetinos. A cada dois dias morre uma mulher vítima de um aborto clandestino mal assistido.

Essa realidade deve ser enfrentada não com a polícia mas com uma saúde pública responsável e com senso de realismo. Considero farisaica a atitude daqueles que de forma intransigente defendem a vida embrionária e não adotam a mesma atitude face às milhares de crianças nascidas e lançadas na miséria, sem comida e sem carinho, perambulando pelas ruas de nossas cidades. A vida deve ser amada em todas as suas formas e idadees e não apenas em seu primeiro alvorecer no seio da mãe. Cabe ao Estado e à toda a sociedade criar as condições para que as mães não precisem abortar.

Estudo em Ponto Alto - Domingos Martins

Olá! No dia 20 de setembro retornamos a  Ponto Alto - Domingos Martins, na Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (ECLB - UP Jucu) para continuarmos a reflexão sobre a Terceira Geração de Cristãos e Cristãs.

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Até a próxima!

Estudo em Rio Ponte - Domingos Martins

Olá! No dia 23 de agosto de 2014 estivemos em Rio Ponte - Domingos Martins, na Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (ECLB - UP Jucu) para estudarmos sobre a Segunda Geração de Cristãos e Cristãs. Pela manhã o encontro com os Ministros pastores e, à tarde, com animadores de ensino confirmatório. 

O frio era bastante, mas fomos aconchegados pelo calor desse povo animado e motivado.

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Palestra: "As eleições e a conjuntura econômica"

Olá!

No dia 23 de setembro de 2014 recebemos o Professor Helder Gomes para um bate papo sobre o cenário econômico atual e o momento eleitoral. O Professor trouxe diversos dados e reflexões sobre a evolução de indicadores econômicos e sociais desde o início do Plano Real. O encontro foi importante para saber onde estamos, que caminho escolhemos e se queremos manter esse curso daqui pra frente.

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